
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
sábado, 25 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Meu Limão meu limoeiro....

Meu limão, meu limoeiro
Composição: Domínio Público, versão e adaptação de Renato Teixeira
E era ainda um menino
Meu pai me disse assim
Presta atenção no limoeiro
Prá vida compreender
E prá que eu não esquecesse
Meu pai me ensinou
Uma velha canção do povo
que ele modificou
Meu limão, meu limoeiro
Quem te vê pode provar
Sua flor é muito doce
Mas seu fruto é de amargar
Meu limão, meu limoeiro
Meu pé de jacarandá
Uma vez tindô lelê,
outra vez, tindô lalá
Um dia eu me apaixonei
De um puro e calmo amor
Que se acabou num fim de tarde
O fruto em vez da flor
Lembrei então do grande amigo
Do que ele me ensinou
E prá espantar o sofrimento
Cantei na solidão
Meu limão, meu limoeiro…
E assim se vai tocando a vida
O sim versus o não
Na lida do dia a dia
A busca da razão
Por isso quando eu tô em casa,
Tocando violão
Eu canto sempre o limoeiro
E alegro o coração
Meu limão, meu limoeiro
Receitinha: Caipirinha
Ingredientes:
1 dose de Cachaça
1 Limão Tahiti
3 colheres de sopa de açúcar
4 cubos de gelo
Modo de preparo
Corte o limão em 4 partes, retire os caroços e o filete branco do centro.
Coloque o limão em um copo baixo e largo e adicione o açúcar.
Soque com um pilão espremendo o limão e misturando com o açúcar.
Adicione os cubos de gelo e finalmente, a cachaça.
Sirva com um palito para misturar
domingo, 5 de dezembro de 2010
Papai Noel Existe?

Sabe por que não existe?
Porque é homem.
Dá para acreditar que um homem vai se preocupar em escolher o presente de cada pessoa da família, ele que nem compra as próprias meias?
Quem vai carregar nas costas um saco pesadíssimo, ele que reclama até para colocar o lixo no corredor?
Quem toparia usar vermelho, dos pés à cabeça, ele que só abandonou o marrom depois que conheceu o azul-marinho?
Quem andaria num trenó puxado por renas, sem ar-condicionado, direção hidráulica e air-bag?
Quem pagaria o mico de descer por uma chaminé só para receber, em troca, sorriso das criancinhas?
Ele não faria isso nem pelo sorriso da Luana Piovani!
Mamãe Noel, sim, existe.
Quem é a melhor amiga do Molocoton, quem sabe a diferença entre a Mulan e a Esmeralda, quem conhece o nome de todas as Chiquititas, quem merecia ser sócia-majoritária da Superfestas?
Não é o bom velhinho...
Quem coloca guirlandas nas portas, velas perfumadas nos castiçais,Arranjos e flores vermelhas pela casa?
Quem monta a árvore de Natal, harmonizando bolas, anjos, fitas e luzinhas,deixando tudo combinando com o sofá e os tapetes?
E quem desmonta essa parafernália toda, no dia 6 de janeiro?
Papai Noel ainda está de ressaca no Dia de Reis.
Quem enche a geladeira de cerveja, coca-cola e champanhe?
Quem providencia o peru, o arroz à grega, as castanhas, o mousse de atum, as lentilhas, os guardanapinhos decorados, os cálices lavadinhos, a toalha bem passada e ainda lembra-se de deixar alguns CDs de "Noite Feliz" e Gingle Bell à mão?
Quem se lembra de dar uma lembrancinha para o zelador, o porteiro, o carteiro, o entregador de jornal, o cabeleireiro, a diarista?
Quem compra o presente do amigo-secreto do escritório do Papai Noel?
Deveria ser o próprio, tão magnânimo, mas ele não tem tempo para essas coisas, mas continua participando todos os anos...
Anda muito requisitado, como garoto-propaganda.
Enquanto Papai Noel distribui beijos e pirulitos, bem acomodado em seutrono no shopping, quem entra em todas as lojas, pesquisa todos os preços,carrega sacolas, confere listas, lembra da sogra, do sogro, Dos cunhados, dosirmãos, entra no cheque especial, deixa o carro no sol e chega em casa sofrendo, porque comprou os mesmos presentes do ano passado?
Por trás do protagonista desse mega evento, chamado Natal, existe alguém em quem todos deveriam acreditar mais.
*UMA MULHER!*
Perfeita...
sábado, 4 de dezembro de 2010
Solte a Panela!

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.
Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu Corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu Imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.
Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder de dor e não de amor.
Solte a panela!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Beethoven
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Foco e Planejamento

Trecho do livro “Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carroll, publicado em 4 de julho de 1865:
Alice encontra o Gato e pergunta: "Como eu posso sair desse lugar onde nós estamos?".
O Gato responde: "Isso depende muito de para onde você quer ir".
Alice explica: "Não quero ir para um determinado lugar; só quero sair daqui" .
O Gato retruca: "Se você não vai para nenhum lugar, então qualquer direção serve".
Alice se impacienta: "Não quero ir para nenhum lugar determinado, mas quero chegar a algum lugar".
E o Gato, implacável: "Então siga por algum caminho e, andando bastante, você certamente chegará a algum lugar".
Mousse de Queijo de Cabra

Mouse de Queijo de Cabra
115 gr de queijo de cabra em temperatura ambiente
1 colher de chá de gelatina em pó sem sabor
1 xícara de creme de leite fresco
1/2 xícara de iogurte natural integral
1/4 xícara de ciboulettes picadinha [extra para decorar]
Sal e pimenta do reino moída na hora a gosto
geléia Blakcurrant (Danna)
Amasse bem o queijo com um garfo, junte o iogurte e a ciboulette [usei salsinha]. Numa panelinha, coloque o creme de leite fresco. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Desligue o fogo. Junte a mistura de queijo no creme de leite. Bata bem com um batedor de arame, junte o sal e a pimenta e a gelatina. Coloque em forminhas untadas com óleo vegetal e leve à geladeira até firmar.
Remova as mousses das forminhas. Na hora de servir decore com geléia de blakcurrant. Salpique com ciboulettes/salsinha picadinhas
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Estrelas de manteiga

Outra ideia super facil de fazer e de grande efeito na mesa. Abre até o apetite. Com um pãozinho quente... que delícia!
Pegue um tablete de manteiga congelado, mas no ponto que dê para cortar. Corte na espessura de aproximadamente 1 cm. Pegue um cortador de biscoito no formato de estrela e corte as placas de 1 cm (para facilitar, coloque antes o cortador em água quente). Leve para a geladeira até 10 minutos antes de servir
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
História do Cinema Mundial
Começa dia 23 na Cinédia o segundo módulo do Curso História do Cinema Mundial, ministrado pelo Conservador-Chefe da Cinemateca do MAM e professor da PUC-Rio: Hernani Heffner.
O curso traçará um amplo panorama do Neo-Realismo Italiano, passando pelos Cinemas Novos e chegando ao Sensorialismo Contemporâneo.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Boa Idéia

chic e facil!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Amo Panquecas, quem não gosta?


As panquecas surgiram na França, há nove mil anos atrás. Diz a lenda que elas surgiram quando uma mulher derramou mingau acidentalmente no fogão e percebeu que além de cozinhar rápido era fácil de manusear e tinha um sabor delicioso.
Logo após a descoberta, a receita difundiu-se por toda a Europa. Hoje ela é frita na chapa ou na frigideira, feita com ovos, farinha e leite; algumas receitas adicionam fermento e outros ingredientes.
Nos EUA, por exemplo, são chamadas de American Pancakes, são servidas no café da manhã e acompanhadas de chocolate, mel ou maple syrup, um xarope extraído da seiva de uma determinada árvore. Já na maioria dos países da América do Sul, as panquecas são salgadas e para servir elas enroladas e recheadas de carne ou frango, servidas quentes ou frias e muitas vezes sendo o prato principal.
Massa para Panqueca
1 xícara de farinha de trigo
4 ovos
4 colheres de sopa manteiga
1 xícara de leite
sal
Colocar tudo no liquidificador e bater bem.
Aquecer bem a frigideira e colocar o líquido da massa até cobrir o fundo da frigideira
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Biscoitos de Natal com Gengibre


Biscoito de Natal com Gengibre
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
1 ovo
100 grs de manteiga sem sal a temperatura ambiente
2 colheres de chá de gengibre em pó
Sal a gosto
1 colher de chá de canela em pó
1 colher de cravo em pó
¼ de colher de chá de bicarbonato de sódio
Misture os ingredientes secos em uma vasilha e reserve
Bater a manteiga em creme e juntar o ovo e o sal. Juntar e amassar bem com os ingredientes secos, ficar uma massa um pouco grudenta
Untar e polvilhar com farinha a assadeira que vai ser usada
Com as mãos úmidas, fazer bolinhas do tamanho de uma noz aproximadamente.
Achatar a bolinha e arrumar na assadeira
Se quiser usar forminhas, abrir a massa com mais ou menos um dedo de altura, corte e coloque na forma. Usar a forminha de bonequinho “Ginger” ou “arvore de natal” ou algum outro molde que voce prefira.
A espessura da massa vai depender do seu gosto. Massa bem fininha rende biscoitos mais crocantes e durinhos
Dependendo do forno demora 40 a 60 minutos pra assar
Não se esqueça de deixar um espaço de 5cm entre um biscoito e outro.
Uma otima opção para presentear seus amigos no natal.É só colocar numa embalagem bem bonita.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Curso Introdução a Música Clássica

Introdução à Música Clássica
Com Carlos Prazeres
Quer descobrir os mistérios e as maravilhas da chamada música erudita? Participe do curso a ser ministrado pelo Maestro Carlos Prazeres, um dos maiores nomes da regência clássica na atualidade e titular da Orquestra Sinfônica da Petrobras, na Cinédia Cena Criativa a partir do dia 16 de novembro às 18:30h.
Carlos Prazeres - É Graduado na UNI-Rio, discípulo de Luís Carlos Justi e com especialização na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim (Academia Karajan), o oboísta CARLOS PRAZERES, 36 anos, é hoje um dos mais importantes músicos em seu instrumento no país. Estudou regência com o maestro Isaac Karabtchevsky no Brasil e na Itália e freqüentou master-classes dos maestros Moshe Atzmon, Roberto Duarte, Osvaldo Colarusso e Roberto Tibiriçá.
Cinédia Cena Criativa
Rua Santa Cristina, n° 5 – Glória
Tel. (21) 2221-2633
www.cinedia.com.br
cinediacenacriativa@gmail.com
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Drink - Batida - Doce Ilusão
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Dia dos Mortos no México




Os mexicanos brincam com a morte e transformam todos os símbolos tradicionalmente associados com ela em motivo de riso e diversão. Começando com a comida. De todas as iguarias que são preparadas, a mais apreciada são pequenas caveiras sorridentes feitas de açúcar ou de chocolate
Hoje, nas cidades, em vez de fazer uma festa em casa, as pessoas preferem levar a refeição para os cemitérios, onde passam o dia lavando os túmulos e decorando-os com muitas flores. Lá eles rezam, choram, cantam e, eventualmente, se embriagam, porque, afinal a morte é um fenômeno inseparável da vida. E, para os mexicanos, a melhor forma de enfrentá-la, é rir e brincar com ela.
domingo, 31 de outubro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Comercial da Nissan
Comercial da Nissan para divulgar o seu modelo elétrico, o Nissan Leaf. O filme mostra a jornada de um urso polar para agradecer a quem usa o carro, já que a emissão de gás carbônico é zero, não agravando o aquecimento global.
"Uma Questão de Gosto"




terça-feira, 26 de outubro de 2010
Neruda sabia das Coisas...

Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajeto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante,
Desistindo de um projeto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples ato de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
sábado, 23 de outubro de 2010
Quase... Luis Fernando Veríssimo
Mas uma cronica para partilhar com vocês!
Quase...
Luiz Fernando Veríssimo
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor. Está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia" quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que a fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance. Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque,embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Quase...
Luiz Fernando Veríssimo
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor. Está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia" quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que a fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance. Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque,embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Adorei a ideia de usar a licoreira dessa maneira: com água aromatizada.
Numa festa elas ficam chiquérrimas!
Apesar de as águas aromatizadas não serem muito populares por aqui, em outros lugares são velhas conhecidas e vêm de longa data, originalmente com outros usos. Águas aromatizadas com rosas, laranja e anis eram usualmente degustadas em festas, em razão das restrições ao álcool contidas no Alcorão e os egípcios, gregos e romanos utilizavam águas aromatizadas nas refeições para ajudar na limpeza das mãos, uma vez que ainda não utilizavam talheres.
Algumas dicas para você fazer a sua:
. galhos de uma ou mais ervas de sua preferência (alecrim, manjericão, sálvia...)
.limões e/ou laranjas variados - em metades, quartos, rodelas, ou até mesmo fazendo espirais com as cascas.
.especiarias de sua preferência (cravo, anis-estrelado, canela em pau...)
.legumes fatiados ou em espiral, com a casca (pepino, abóbora, abobrinha...). Embora pareça estranho, os sabores ficam muito sutis e fica uma delícia!
.pétalas de rosas com um pouquinho de água de rosas.
.ramos de hortelã, rodelas de limão siciliano ou taiti,
Não se esqueçam dos cubos de gelo, e deixe descansar por 1 hora ou até o momento de servir. Se você não tiver licoreira use jarras transparentes e aproveite o belíssimo visual como parte de decoração da mesa, ou de um bar ou aparador. Com certeza, fará um enorme sucesso.
Ainda bem que já é quinta feira...

A Sua (Marisa Monte)
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Mulheres Fortes - Danuza Leão
Tô no meio do trabalho, a mesa está atulhada de coisas para fazer.. e me lembrei dessa cronia da Danuza. Uma homenagem as Mulheres fortes como eu!
Mulheres Fortes (Danuza Leão)
Ah, como deve ser boa a vida das mulheres frágeis!......
Elas sempre têm alguém que carregue os embrulhos,
preencha o Imposto de Renda, troque o pneu do carro, e por aí vai.
As fortes fazem tudo sozinhas,
e são sempre chamadas nas horas do aperto:
Elas agüentam qualquer tranco, e são tão fortes que se metem
até mesmo onde não são chamadas,
para ajudar a resolver os problemas dos outros.
Elas acreditam no personagem, veja só!
É dura a vida das fortes, que não são poupadas de nada!
Se alguém está com uma doença grave, é a elas que vão contar;
se a namorada do sobrinho ficou grávida, são as primeiras a saber,
e quando alguém da família é preso com uma trouxinha de maconha,
são imediatamente chamadas para as providências de praxe...
fora os problemas financeiros, é claro.
Enquanto isso, os pais e mães desses jovens adoráveis estão tomando
uma vodca na beira da piscina sem saber de nada...
eles não agüentariam um choque desses e precisam ser poupados,
porque são frágeis.
Existe sempre alguém para cuidar dos frágeis,
seja um parente, um amigo, até um vizinho,
que bate na porta preocupado com o silêncio
e para saber se ela está precisando de alguma coisa.
Uma mulher frágil
é mais frágil que um recém-nascido,
e como os homens adoram o papel de protetores
para se sentirem fortes e poderosos,
é a união perfeita da fome com a vontade de comer.
Quando elas ficam doentes,
um verdadeiro exército é mobilizado;
um leva revistas, o outro um embrulhinho com pêras, maçãs e uvas,
e se ela não tem empregada não falta quem vá para a cozinha
fazer uma canjinha.
Preste atenção que vai perceber
que essas mulheres frágeis são indestrutíveis.
As fortes, na hora de uma crise de coluna,
se arrastam até a geladeira para pegar um copo de água,
e se alimentam o fim de semana inteiro com uma barra de chocolate,
pois ninguém telefona para saber se precisam de alguma coisa.
E elas, verdade seja dita,
preferem morrer de inanição a pedir socorro, para não cair o tipo.
Há uma pesquisa a ser feita:
uma mulher frágil nasce frágil ou escolhe essa profissão para se dar bem na
vida?
Por que elas se dão bem,
e sempre encontram um homem talvez ainda mais frágil do que elas
para cuidá-las, acarinhá-las e cuidar para que nada as atinja, nunca?
Afinal ela é tão frágil, coitadinha.
Enquanto isso as fortes se acabam de trabalhar,
e são elas que saem dos supermercados com pacotes de compras sem que ninguém se proponha a dar uma ajuda, mesmo que modesta.
Somos todos estimulados a ser fortes,
mas boa vida mesmo levam as frágeis, daí a dúvida:
não seria melhor que as mães, os pais e os colégios ensinassem as crianças
a ser frágeis, pois sempre haverá alguém para cuidar delas pela vida toda?
E aliás, qual a vantagem de ser forte,
além de saber que um dia alguém se referiu a ela
dizendo "aquela é uma mulher forte"?
Um grande elogio, é verdade. Mas e daí?
Toda mulher forte tem desejos secretos
que não conta nem a seu travesseiro:
que alguém, e não é preciso que seja um homem
faça um gesto por ela, de vez em quando.
Nada de muito importante; apenas um cuidado,
do tipo dizer que a está achando pálida, perguntar se tem se alimentado direito,
pegar pelo braço e levar para tomar uma vitamina bem forte.
Sabe qual é o sonho dourado de uma mulher forte?
Ter uma gripe com 38º de febre e poder ficar na cama.
Mas para ela até ter uma gripe é difícil, pois uma mulher forte não adoece;
e se isso acontecer, o mais difícil vai ser receber ajuda,
pois uma mulher forte não deixa que ninguém faça nada por ela,
mesmo precisando desesperadamente, para não passar por frágil.
E é capaz de preferir se deixar morrer de tristeza,
solidão e sofrimento a pedir socorro seja a quem for.
Como são frágeis, as fortes!...
Mulheres Fortes (Danuza Leão)
Ah, como deve ser boa a vida das mulheres frágeis!......
Elas sempre têm alguém que carregue os embrulhos,
preencha o Imposto de Renda, troque o pneu do carro, e por aí vai.
As fortes fazem tudo sozinhas,
e são sempre chamadas nas horas do aperto:
Elas agüentam qualquer tranco, e são tão fortes que se metem
até mesmo onde não são chamadas,
para ajudar a resolver os problemas dos outros.
Elas acreditam no personagem, veja só!
É dura a vida das fortes, que não são poupadas de nada!
Se alguém está com uma doença grave, é a elas que vão contar;
se a namorada do sobrinho ficou grávida, são as primeiras a saber,
e quando alguém da família é preso com uma trouxinha de maconha,
são imediatamente chamadas para as providências de praxe...
fora os problemas financeiros, é claro.
Enquanto isso, os pais e mães desses jovens adoráveis estão tomando
uma vodca na beira da piscina sem saber de nada...
eles não agüentariam um choque desses e precisam ser poupados,
porque são frágeis.
Existe sempre alguém para cuidar dos frágeis,
seja um parente, um amigo, até um vizinho,
que bate na porta preocupado com o silêncio
e para saber se ela está precisando de alguma coisa.
Uma mulher frágil
é mais frágil que um recém-nascido,
e como os homens adoram o papel de protetores
para se sentirem fortes e poderosos,
é a união perfeita da fome com a vontade de comer.
Quando elas ficam doentes,
um verdadeiro exército é mobilizado;
um leva revistas, o outro um embrulhinho com pêras, maçãs e uvas,
e se ela não tem empregada não falta quem vá para a cozinha
fazer uma canjinha.
Preste atenção que vai perceber
que essas mulheres frágeis são indestrutíveis.
As fortes, na hora de uma crise de coluna,
se arrastam até a geladeira para pegar um copo de água,
e se alimentam o fim de semana inteiro com uma barra de chocolate,
pois ninguém telefona para saber se precisam de alguma coisa.
E elas, verdade seja dita,
preferem morrer de inanição a pedir socorro, para não cair o tipo.
Há uma pesquisa a ser feita:
uma mulher frágil nasce frágil ou escolhe essa profissão para se dar bem na
vida?
Por que elas se dão bem,
e sempre encontram um homem talvez ainda mais frágil do que elas
para cuidá-las, acarinhá-las e cuidar para que nada as atinja, nunca?
Afinal ela é tão frágil, coitadinha.
Enquanto isso as fortes se acabam de trabalhar,
e são elas que saem dos supermercados com pacotes de compras sem que ninguém se proponha a dar uma ajuda, mesmo que modesta.
Somos todos estimulados a ser fortes,
mas boa vida mesmo levam as frágeis, daí a dúvida:
não seria melhor que as mães, os pais e os colégios ensinassem as crianças
a ser frágeis, pois sempre haverá alguém para cuidar delas pela vida toda?
E aliás, qual a vantagem de ser forte,
além de saber que um dia alguém se referiu a ela
dizendo "aquela é uma mulher forte"?
Um grande elogio, é verdade. Mas e daí?
Toda mulher forte tem desejos secretos
que não conta nem a seu travesseiro:
que alguém, e não é preciso que seja um homem
faça um gesto por ela, de vez em quando.
Nada de muito importante; apenas um cuidado,
do tipo dizer que a está achando pálida, perguntar se tem se alimentado direito,
pegar pelo braço e levar para tomar uma vitamina bem forte.
Sabe qual é o sonho dourado de uma mulher forte?
Ter uma gripe com 38º de febre e poder ficar na cama.
Mas para ela até ter uma gripe é difícil, pois uma mulher forte não adoece;
e se isso acontecer, o mais difícil vai ser receber ajuda,
pois uma mulher forte não deixa que ninguém faça nada por ela,
mesmo precisando desesperadamente, para não passar por frágil.
E é capaz de preferir se deixar morrer de tristeza,
solidão e sofrimento a pedir socorro seja a quem for.
Como são frágeis, as fortes!...
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Häxan - A Feitiçaria através dos tempos

Häxan (1922) Suécia/Dinamarca
Häxan documenta as perseguições movidas contra as feiticeiras numa Europa atravessada pela intolerância religiosa; o filme é narrado na primeira pessoa, como se o diretor desejasse demonstrar uma tese que, de fato, é assim enunciada: "A crença nos maus espíritos, feitiçaria e bruxaria é o resultado de ingênuas noções sobre o mistério do universo". Torturas, possessões, rituais de Sabá são aqui dramatizados numa narrativa de docudrama, ilustrando uma série de hipóteses científicas entre o nosso mundo moderno com o período da Inquisição.
Obra-prima do cinema fantástico. Realizado numa época que não havia censura. As cenas de sacrilégios e rituais de Sabá até hoje são impressionantes, graças à rigorosa e bem cuidada fotografia e uma direção competente do dinamarquês Benjamin Christensen.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Palestras na Cinédia
CONSCIÊNCIA DA IMORTALIDADE com Ary Alonso
dia 18/10 - 2º feira às 18hs - R$ 60,00
Kabbalah Desmistificada - DINHEIRO E SEXO – com Ary Alonso
dia 25/10 - 2ª feira às 18hs - R$ 60,00
Cinédia Cena Criativa
Rua Santa Cristina nº 5 - Glória
Tel: 2221-2633
cinediacenacriativa@gmail.com
dia 18/10 - 2º feira às 18hs - R$ 60,00
Kabbalah Desmistificada - DINHEIRO E SEXO – com Ary Alonso
dia 25/10 - 2ª feira às 18hs - R$ 60,00
Cinédia Cena Criativa
Rua Santa Cristina nº 5 - Glória
Tel: 2221-2633
cinediacenacriativa@gmail.com
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Pedido de Demissão da Vida Adulta

Venho por meio desta, apresentar oficialmente meu pedido de demissão da categoria dos adultos.
Resolvi que quero voltar a ter as responsabilidades e as idéias de uma criança.
Quero acreditar que o mundo é justo, e que todas as pessoas são honestas e boas.
Quero acreditar que tudo é possível.
Quero de volta uma vida simples e sem complicações.
Estou cansada de dias cheios de papéis inúteis, computador, notícias deprimentes, contas, fofocas, doenças, e a necessidade de atribuir um valor monetário a tudo que existe.
Não quero mais ter que inventar jeitos para ganhar dinheiro para pagar por coisas que verdadeiramente não necessito.
Não quero mais dizer adeus a pessoas queridas e, com elas, a uma parte da minha vida. Elas ficam, a partir de agora, eternamente vivas no meu mundo da imaginação.
Quero deitar a cabeça em meu travesseiro todas as noites, chamar ao Deus Todo-Poderoso de "Papai do Céu" e apagar cinco segundos depois.
Quero ir tomar café da manhã na padaria da esquina, e achar bem melhor do que um restaurante cinco estrelas.
Quero viajar ao redor do mundo no barquinho de papel que vou navegar numa poça deixada pela chuva. A mesma chuva que me molhou inteira porque continuei brincando na rua.
Quero jogar pedrinhas na água e ter tempo para olhar as ondas que elas formam.
Quero andar me equilibrando nos paralelepípedos como se fosse a grande equilibrista do circo.
Quero achar que as moedas de chocolate são melhores do que as de verdade, porque posso comê-las e ficar com a cara toda lambuzada.
Quero levar duas horas comendo o meu Galack, torcendo para que ele nunca acabe.
Quero poder passar as tardes de verão à sombra de uma árvore, construindo castelos no ar e dividindo-os com meus amigos.
Quero voltar a achar que chicletes e picolés são as melhores coisas da vida.
Quero que as maiores competições em que eu tenha de entrar sejam um jogo de cartas, dominó ou fazer túneis na areia da praia ...
Eu quero voltar ao tempo em que tudo o que eu sabia era o nome das cores, dos números de 1 a 10, das cantigas de roda, recitar a "Batatinha quando nasce" e isso não me incomodava nadinha, porque eu não tinha a menor idéia de quantas coisas eu ainda não sabia...
Voltar ao tempo em que se é feliz, simplesmente porque se vive na bendita ignorância da existência de coisas que podem nos preocupar e aborrecer.
Eu quero acreditar no poder dos sorrisos, dos abraços, dos agrados, das palavras gentis, da verdade, da justiça, da paz, dos sonhos, da imaginação, dos castelos no ar e na areia. E o que é mais: quero estar convencida de que tudo isso vale muito mais do que o dinheiro!
Nunca é tarde para ser criança!
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Para comer brincando

1 xícara de açúcar
1 colher de sopa bem cheia de manteiga
1 ovo
1 xícara de leite
4 xícaras de farinha de trigo
2 colheres de chá rasas de fermento
1 colher sopa de raspas de casca de limão
Misture todos os ingredientes e amasse bem.
Estenda a massa com um centímetro de espessura em mesa bem enfarinhada. Corte os biscoito. Arrume-os em tabuleiro untado e asse em forno quente.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Salve São Francisco

Senhor,
Fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado;
compreender que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.
Amém.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Meu aniversário
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Primavera !!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Chile - Santiago - Vinha del Mar


Limpa, organizada, segura e agradável de andar. Jardins e praças com flores e bem cuidados, arquitetura moderna misturada com prédios antigos,com estilos totalmente diferentes. Estamos novamente de malas prontas para revê-la. Dessa vez com um casal de "amigos-irmãos".
Desejamos comer muito frutos do mar, sempre acompanhados, claro de bons vinhos e pisco.
Dessa vez vamos ficar na Costa Montemar, que é para o lado de Vinha del Mar. Num resort debruçado para o pacifico, e depois dois dias em Santiago para curtir o bairro de Bellavista que é o mais boêmio. Lá tem um restaurante chamado: Como Agua para Chocolate que é imperdível. Não vejo a hora de voltar.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Milágrimas
Milágrimas
Música: Itamar Assumpção
Em caso de dor ponha gelo
Mude o corte de cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema dê um sorriso
Ainda que amarelo, esqueça seu cotovelo
Se amargo foi já ter sido
Troque já esse vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada mil lágrimas sai um milagre
Caso de tristeza vire a mesa
Coma só a sobremesa coma somente a cereja
Jogue para cima faça cena
Cante as rimas de um poema
Sofra penas viva apenas
Sendo só fissura ou loucura
Quem sabe casando cura
Ninguém sabe o que procura
Faça uma novena reze um terço
Caia fora do contexto invente seu endereço
A cada mil lágrimas sai um milagre
Mas se apesar de banal
Chorar for inevitável
Sinta o gosto do sal do sal do sal
Sinta o gosto do sal
Gota a gota, uma a uma
Duas três dez cem mil lágrimas sinta o milagre
A cada mil lágrimas sai um milagre
Música: Itamar Assumpção
Em caso de dor ponha gelo
Mude o corte de cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema dê um sorriso
Ainda que amarelo, esqueça seu cotovelo
Se amargo foi já ter sido
Troque já esse vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada mil lágrimas sai um milagre
Caso de tristeza vire a mesa
Coma só a sobremesa coma somente a cereja
Jogue para cima faça cena
Cante as rimas de um poema
Sofra penas viva apenas
Sendo só fissura ou loucura
Quem sabe casando cura
Ninguém sabe o que procura
Faça uma novena reze um terço
Caia fora do contexto invente seu endereço
A cada mil lágrimas sai um milagre
Mas se apesar de banal
Chorar for inevitável
Sinta o gosto do sal do sal do sal
Sinta o gosto do sal
Gota a gota, uma a uma
Duas três dez cem mil lágrimas sinta o milagre
A cada mil lágrimas sai um milagre
Receita do Suce$$o
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